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17 de julho de 2014

A caminho dos 42,195 - Semana #4

O plano de treinos dizia que esta semana seriam 3 treinos suaves, entre 8 a 10km cada, apenas para rolar. Aqui o vosso amigo Tiago, como não foge ao que está planeado, resolveu fazer um treino calmo (9km no 51º Treino Correr Lisboa) e depois 35km no Trail longo do UTDP (Ultra Trail Douro e Paiva).

Quanto ao resto da semana pouco há a dizer por isso, vou-me centrar apenas no UTDP.

A participação neste trail começou com um convite do nosso amigo Heitor, para ir passar um fim de semana à sua terra e onde aproveitaríamos para correr no domingo. Havia espaço com fartura para todos os quisessem ir e em termos de corrida também ninguém se podia queixar porque a prova tinha distâncias e graus de dificuldade para todos os gostos. Desde a caminhada, trail curto de 18km, trail longo de 30km e ultra trail de 60km (distâncias anunciadas inicialmente, mas que devido ao mau tempo na semana antes da prova fez com que a organização tivesse que fazer algumas alterações aos percursos, alertando os atletas para esse facto).

Do pessoal do Correr Lisboa, fomos 10 os que arrancámos de Lisboa no sábado rumo a Cinfães. O dia de sábado foi passado entre passeios por recantos magníficos do nosso Portugal, excelentes provas gastronomicas, "hidratação", crioterapia no Rio Bestança e, lá pelo meio, levantamento dos dorsais para o dia seguinte.
A degustar a maravilhosa "posta Arouquesa"

Domingo era dia de levantar cedo para estarmos em Cinfães às 7h para seguir na camioneta que levaria todos os atletas até ao local de partida do trail, a ponte de Mosteirô.
O grupo completo ainda em Cinfães

Os 4 Correr Lisboa que fizeram o trail longo
Antes da partida ainda encontro a Anabela que também ia aos 30km, mas diz-me que não sabe como vai ser porque não estava a 100% (quase no final da prova soube pela "atleta vassoura" que a Anabela tinha desistido. Há dias assim)  :(
Um muito obrigado ao casal de "atletas vassoura" que nos acompanhou nos últimos 2km. Foram incansáveis.

O relato da prova leiam aqui o do Bruno Claro, que transmite todas as emoções vividas ao longo dos quase 35km.

Mais do que a parte física, este trail foi o melhor treino que podia ter feito para a maratona em termos mentais. Uma das minhas maiores preocupações para dia 5 de Outubro é a cabeça tentar contrariar as pernas e ir-me dizendo "é melhor parares", "para que é te meteste nisto?" e coisas do género. O passado domingo mostrou que é possível ir buscar forças onde pensamos que já não há e que a companhia dos amigos faz mesmo milagres (claro que tudo isto em doses q.b. para nunca colocarmos a nossa saúde em risco).

Ao fundo os 3 Mosqueteiros desta grande aventura

A "base para copos" que significa que terminámos a prova


Considerações pessoais sobre a organização do UTDP:
- Foi a primeira edição da prova e mostrou que tem muito potencial para se impor como prova de excelência no panorama dos trilhos nacionais. Quer pela beleza, quer pela dificuldade. Regra geral a organização teve bem, e se tiverem em consideração a opinião dos atletas, irão com certeza tornar esta prova ainda mais espectacular.
- Excelente escolha do percurso, com trilhos muito variados e bem definidos em termos de limpeza.
- Achei os abastecimentos algo fracos em termos de diversidade, tendo também em conta a dificuldade da prova. Penso que para uma prova com uma duração tão grande os atletas necessitam de mais do que amendoins, batatas fritas, marmelada, fruta e madalenas. Quanto a bebidas para além da água, isotónico e sumo, pudessem incluir também coca-cola e cerveja.
- As marcações estavam boas (acho que uma grande parte do pessoal do Ultra enganou-se, mas o facto deveu-se à falta de civismo de alguns que ao passarem alteraram a sinalização), mas fica a sugestão para colocarem fitas de cores diferentes para diferenciar as provas e nos locais de separação Ultra para Longo ou Longo para Curto, para além das placas, era bom também haver alguém da organização/voluntário a informar dessa mesma separação.
- Sendo uma prova por caminhos muito sinuosos e suscetíveis a lesões, era bom também haver nos pontos mais críticos, equipas de socorro, para prestar um auxílio mais rápido e eficaz aos atletas.
- Falha também no "controle zero". A organização colocou no regulamento uma lista de material obrigatório e que seria alvo de revista no início da prova, havendo penalização para quem não tivesse tudo em condições. Controle esse que não chegou a ser feito (falo apenas do trail longo, curto e caminhada, porque em relação ao ultra não sei se o fizeram ou não).

Acho que as falhas existentes este ano não serão difíceis de solucionar e que a edição de 2015 será o afirmar de uma prova que pode certamente lutar pelo pódio no panorama nacional.



Para além do agradecimento aos 10 magníficos "Vicentes" que foram a Cinfães e que tornaram este fim de semana em algo memorável (António, Bruno, Cátia, Cláudia, Pedro, Ricardo, Sandro e Verónica). Vocês são 6 estrelas.
Obrigado amor, por toda a paciência, pelas longas horas de espera durante a prova e muitas vezes sem notícias nossas e por para além do cansaço teres feito no final 400km a conduzir.
Ao Heitor Cardoso e a todo o pessoal da Associação à qual pertence por toda a hospitalidade e simpatia com que fomos recebidos.
Ao Vitório e ao Pedro que pela net foram seguindo a nossa prova e que me iam enviando mensagens de incentivo.
Para terminar aproveito também para dar um grande beijinho à Sandra que com grande pena não pôde ir e que sofreu imenso à distância (desculpa também não te ter conseguido tranquilizar no final da prova).



Leiam o excelente relato desta prova feito pelo Carlos Cardoso que fez o Ultra.
E vejam um video da Diana Mata sobre o Trail Longo.



6 de agosto de 2013

V TLNO

Sábado foi dia de ir até à bela vila de Óbidos para participar nos 26km do TLNO (Trail Noturno da Lagoa de Óbidos).

AVISO: O texto é longo, por isso, podem já saltar para a parte que diz RESUMO.

Saí de Lisboa, acompanhado da minha esposa e do casal Ornelas (André e Rute). Ao chegarmos a Óbidos encontrámo-nos com a Inês e restante família, e mais tarde juntou-se a nós o Ildebrando.

Assistimos todos juntos à partida do pessoal dos 50km às 21h e depois eu, o André, a Inês e o Ildebrando fomos para o cimo da vila, para o local onde se iria realizar o briefing com a explicação do trajeto, marcações a seguir, abastecimento, etc. do TLNO.
Ildebrando, amigo da Inês, Inês, eu e o André

Aqui reparei que, no meio, dos cerca de 400 atletas, apenas 3 tinham o frontal utilizado na Urban Night. Precisamente eu, o André e a Inês. Mais tarde percebi o motivo de mais ninguém utilizar aquela maravilha e de ter uma luz a sério.

Momentos antes da partida. É sempre este o
ambiente antes, durante e após uma prova de trail.

Às 21:45h foi dada a partida e lá fomos. O Ildebrando foi à vida dele (e fez uma prova muito boa com um tempo final de 2h59m13s), e eu segui com a Inês e o André.

Os primeiros kms da prova deram para rolar +/- bem e aos 5km deparamo-nos com uma descida muito técnica e que tinha que ser feita com muito cuidado. Assistimos a muitas escorregadelas, mas nada de grave. O André tem andado com alguns problemas devido a uma fascite plantar e este tipo de terreno não o ajudou muito, sentindo algumas dificuldades nesta fase da corrida. Dissemos-lhe que o melhor seria ficar no abastecimento ao km 8, porque ainda faltavam 18km para o fim e não valia a pena agravar a lesão.

Chegámos ao abastecimento e o André como é ajuizado resolveu.................continuar (e com essa decisão acabou depois por vencer, com distinção, o prémio de "Teimoso do Ano"). Disse que ia mais devagar e para eu seguir com a Inês, porque ele ficava bem. Tinha também telemóvel e se fosse necessário ligava-me.
Nesta fase da prova, corremos cerca de 5km, por uma estrada larga de terra sempre junto à lagoa e deu para rolar bastante bem. Foi uma parte porreira, porque fomos sempre na conversa e sem grandes preocupações em ir atentos às marcações do trajeto. Aqui já o meu frontal mal se via e tive que recorrer à lanterna que levava na mochila e que (bem) me iluminou até ao final.

Ao km 14 tivemos o segundo (e último) abastecimento. Foi um abastecimento de sólidos e líquidos muito bom e variado, mas pecou por ser muito cedo, pois ainda faltavam 12kms para o final da prova.

Depois entramos numa parte muito gira com zonas de pinhal, passagens por canaviais e vegetação alta. Já perto do km 19 ou 20 (não sei precisar), vimos pessoal aglomerado e pensámos que houvesse alguma descida complicada (antes fosse), mas não, era nada mais nada menos que um canal cheio de lodo que tínhamos que atravessar,, enterrados até ao joelhos. Sem outra hipótese possível lá atravessei aquilo.

Esta passagem pelo lodo, foi um autêntico soco no estômago e a nível anímico deixou-me completamente de rastos. Vi que a Inês continuava forte e como ia mais gente junto a nós num ritmo bom disse-lhe para seguir com eles e aproveitar a boleia.

Um pouco mais à frente há uma atleta que me cede passagem num troço e me parece em dificuldades, pergunto-lhe se está bem e ela diz que tinha torcido o joelho e por isso não podia forçar muito. Respondi-lhe que seguiria com ela até à chegada a Óbidos e lá fomos, ora correndo, ora andando.

Chegámos ao km 24 e eu incentivei-a a dizer que faltava apenas 1km, ao que ela respondeu a dizer que tinha feito a prova o ano passado, que o trajeto tinha sido o inverso e que se lembra de chegar aquela zona já com 3km, por isso, seria essa a distância que faltava para o final. Uns metros à frente estava um rapaz da organização e indicar o caminho e a dizer que faltava pouco mais de 1km. Algo não batia certo. Mais à frente percebemos o que era. Novo aglomerado de atletas e mais lodo, mas desta vez passando por dentro de um túnel com cerca de 30 metros de comprimento e com uma altura em que íamos tão curvados que quase tocávamos com o queixo naquela porcaria.

O famoso e mal cheiroso túnel.
Depois disso tivemos uma subida até perto do castelo e para terminar fomos presenteados com uma escadaria até à muralha.
Junto à muralha vejo uma entrada, ouço aplausos e penso "Que porreiro, agora deve haver público a aplaudir ao longo da vila, até chegar à meta" e não me enganei. Só me enganei no facto da meta ser ali mesmo e assim que acabei de ter aquele pensamento, estavam dois senhores à minha frente a felicitar-me, a entregar a caneca alusiva à prova e a retirarem o chip do dorsal.

Depois foi atirar-me à sopa, chá, melancia, melão, bolachas e água existente no final e ir ter com a esposa e amigos que lá estavam, para esperar-mos pela chegada do André. Ainda encontrei a Rute e o Vítor que também fizeram a prova.

Resumo:
- Foi o meu segundo trail. O primeiro tinha sido os 20km de Sesimbra.
- Bati o meu record de distância percorrida (26,20km) e maior duração de prova (3h47m17s)
- O facto do trail ter sido à noite, não conseguimos aproveitar as paisagens que estas provas nos proporcionam.
- Descobri como é importante ter um bom frontal em vez de uma luz fosca
- As 3 travessias no lodo podiam não fazer parte do percurso. Acho piada aos trilhos em que se atravessam riachos de água cristalina, mas sítios de lodo e lama e não são o meu género, daí não achar muita píada a provas como o Comando Challenge e outras do género.
- Para o ano logo se vê, mas em principio lá estarei.




16 de abril de 2013

Trail de Sesimbra - A estreia nos trilhos

Este domingo fiz a minha estreia numa prova de trail. Já tinha ido treinar uma vez pelos trilhos de Monsanto e tinha gostado, mas ainda não tinha feito nenhuma prova. Tendo amigos atletas em Sesimbra, assim que souberam da existência desta prova, disseram-nos logo que tínhamos que lá ir. Inscrevi-me com o André para os 20km (Trail) e o Vitório nos 50km (Ultra-trail). Ficou logo combinado que as esposas iam lá ter mais tarde e que almoçávamos por lá depois do Vitório chegar.

Muitos dos acontecimentos vou explicá-los apenas por fotos para terem uma melhor noção da beleza desta prova.

Chegámos a Sesimbra por volta das 6:40h, fomos levantar os dorsais e assistimos à partida do pessoal do ultra, desejando ao Vitório uma boa prova e que não se atrasa-se por causa do almoço. :)
Fomos até ao carro preparar as coisas e às 8h voltámos para o local da partida onde já estava a Inês e começavam a chegar os restantes participantes.
Entretanto encontrámos a Rute e o João, que viriam a fazer comigo e com o André a segunda metade da prova.
André, eu, Inês, Rute e João
Às 9 horas foi dada a partida e percorremos toda a marginal até entrar numa estrada de terra batida e enfrentar a 1ª subida.

Vista de meio para cima

Vista de meio para baixo


Aos 3,8km estava o primeiro abastecimento, apenas de água e não fazia sentido haver mais do que isso, porque ainda estávamos no início da prova. Saímos do estradão de terra batida e entrámos para um trilho que nos levaria até junto da praia.
A descida até à praia
O olhar para o outro lado do monte e ver que tínhamos de "trepar" aquilo tudo
A vista da praia
O início da subida

Depois disto seguiu-se uma zona de altos e baixos mas de pouca inclinação onde deu para correr um pouco mais. A Inês estava cheia de vontade de acelerar e eu acompanhei-a, sem nunca perdermos o André de vista. Aos 9,8km tínhamos novo abastecimento e aí esperaria por ele num verdadeiro banquete (água, água com magnésio, bebida isotónica, coca-cola, frutos secos, marmelada, bananas e laranjas).
Ao chegar ao banquete dos 9,8km
Aqui a Inês perguntou-me se ia esperar pelo André e disse-lhe que sim, que iria acompanhá-lo até à meta e para ela seguir porque estava cheia de força e vontade de acelerar e assim fez (estava tão bem que terminou a prova 25 minutos antes de nós). Nesta altura chegou também ao abastecimento o primeiro atleta do ultra-trail, só que para ele (apesar de ter começado 2h antes de nós) já era o km 39 (daqui até à meta, as duas provas partilhavam o percurso).
No abastecimento estava também a Rute e o João e foi desde aqui que seguimos praticamente juntos os 4 até ao fim.
O André, a Rute e o João
Depois de algum tempo a correr por campos verdejantes, passámos um arame farpado e entrámos em Marte. Se calhar em vez de Marte é uma pedreira, mas o aspecto não deve ser muito diferente. Foi uma parte complicada da prova, com o piso muito seco e rijo e o ar bastante abafado devido ao calor. Felizmente ao sairmos de Marte, houve logo um abastecimento semelhante ao anterior (km 13).
Foto do solo de Marte
Depois seguiram-se mais uns kms por entre a vegetação e com paisagens magníficas.
Outros atletas
Vista sobre Sesimbra
O castelo ao fundo (mal sabíamos que passado uns kms estávamos a subir na sua direção)
Depois disto tivemos uma descida vertiginosa, daquelas mesmo boas para os joelhos, e ao fazer-mos uma curva avistámos a subida para o castelo.
No centro da foto dá para ver a descida "quebra joelhos"
A entrada no castelo
Entrámos no castelo a andar e fomos logo "advertidos" por um membro da organização que empunhava uma máquina fotográfica e que ordenou "Toca a correr, para ficarem bem na foto. E só podem parar no abastecimento que está já aí à frente". E como obedientes que somos, lá fomos nós em passo de corrida na direção de mais um (e último) abastecimento, que para além das iguarias dos abastecimentos anteriores, tinha ainda tostas com doce de abóbora, bolachas caseiras e batatas fritas (de pacote). Aí disseram-nos que daí até à meta era sempre a descer e por um trilho muito bonito, e foi mesmo. Para mim foi das partes mais bonitas da prova em que viemos sempre a "grande" velocidade por trilhos rodeados de arvoredo, até virmos dar novamente à marginal e fazer o paredão até à meta.
A meio do paredão recebo o melhor troféu do mundo (como diz o Pedro Carvalho), a minha medalha de ouro olímpica.
A minha filhota
Depois acelerei um pouco até à meta para poder registar em foto a chegada do André, que foi um campeão em resistência e bravura, mesmo passando um bocado mal já perto do final, devido ao calor e à tensão arterial que estava um pouco alta (mas foi depois aos bombeiros e estava tudo ok).
A minha chegada
Inês, André e eu, no final da prova.
Notas finais:
  • Parabéns à organização do Ultra-trail de Sesimbra (Associação o Mundo da Corrida).
  • Grande simpatia por parte de todos os membros da organização e colaboradores.
  • Excelente sinalização do percurso (era impossível haver enganos)
  • Abastecimentos muito variados e em grande quantidade
  • Salutar também o bom ambiente entre todos os participantes e espírito de entreajuda.
  • Uma palavra para o Vitório que fez uma prova magnífica no seu primeiro ultra-trail oficial e que aguardo o seu testemunho da prova.
  • Agradecimento e os parabéns, também aos meus companheiros de prova, Inês, André, Rute e João.
O trail ganhou mais um fã e participante.




6 de janeiro de 2013

Baptismo de Trail (treino)

Ontem fiz o primeiro treino de 2013.
Na sexta-feira o Vítório (que recentemente também se rendeu à blogosfera)  ligou-me a perguntar se queria ir correr sábado na zona de Odivelas. Respondi-lhe "E se fossemos até Monsanto? Era uma boa ideia para estrear os meus Trabuco". Já podia adivinhar a resposta. Aficionado como ele está a ficar em relação ao trail, não ia perder uma oportunidade destas. :)
Como combinado, às 7:30h ele estava à minha porta e seguimos viagem até ao Parque Florestal de Monsanto. Estacionámos na entrada Este do parque, e iniciamos a nossa corrida no primeiro trilho que vimos. A ideia era fazer +/- 10km. Evitámos sempre os caminhos mais largos em gravilha e fomos sempre à aventura, sem nenhum trajecto pré-definido. Quando chegávamos a uma rua principal ou cruzávamo-nos com uma estrada tentávamos orientar-nos para saber onde andávamos. Nos trilhos mais estreitos tentei sempre ir à frente para ao chegarmos a um cruzamento ter opção de escolha no caminho a seguir, porque quando vai o Vitório já sei que havendo dois caminhos possíveis  ele escolhe o que é a subir. :)
Durante a corrida passámos por locais espectaculares e fiquei com pena de não ter levado máquina fotográfica (para a próxima não falha). Com o frio que estava ao início, aquele ar puro até parecia que fazia doer o peito, mas depressa passou.
Monsanto é um local para voltar bastantes vezes. Pela quantidade de trilhos que tem, por mais vezes que se corra lá acho que é difícil repetirmos o mesmo trajeto.


Resumo do treino:

Distância: 11,30km
Tempo: 1h11m09s
Média da Passada: 6:17 m/km



23 de setembro de 2012

Urban Night Trail

Ontem foi noite de Urban Night Trail em Lisboa. Era uma prova que aguardava com alguma ansiedade por ser diferente de tudo o que tinha feito até agora, por ir percorrer zonas emblemáticas da cidade e por ser uma estreia em provas de trail (mesmo sendo dentro da cidade).
Foi uma prova com um ambiente espetacular, muita animação e companheirismo. Do grupo de amigos "atletas" fomos 12, o que por si só tornou o evento ainda mais especial. Quanto à corrida propriamente dita, os objectivos já estavam traçados. Não era prova para bater recordes, mas sim para desfrutar ao máximo, a companhia, o percurso e as vistas. Fiz o percurso dos 9km (que gerimos sempre o esforço a pensar que iriam ser 12km), em 1h00m08s sempre acompanhado do meu amigo Mário. Os restantes amigos, uns fizeram melhor tempo, outros pior, mas todos éramos unânimes em que tinha sido uma grande diversão participar nesta prova e quando assim é, ganhamos todos.

Aqui ficam algumas fotos do "gang":
Os 1ºs a chegar à partida
Paragem no Castelo para a foto
O grupo completo

GALERIA